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Posts de Novembro, 2006

Comércio virtual deve faturar R$ 755 milhões com este Natal

Publicado por alexj em Quarta-feira, 29 Novembro, 2006

A expectativa é que o setor atinja um crescimento acima de 60% em relação às vendas do mesmo período de 2005

Com a proximidade do último mês do ano, as lojas virtuais já começam a se preparar para a data mais esperada e importante do varejo, o Natal, responsável por cerca de 18% do faturamento do ano inteiro. A expectativa de vendas para o período, compreendido entre 15 de novembro e 23 de dezembro, é um aumento de 64% em relação ao mesmo período do ano anterior, quando a data movimentou R$ 458 milhões. Para este Natal, a e-bit prevê um faturamento de R$ 755 milhões.

Analisando toda a movimentação gerada no ano de 2006, a e-bit espera atingir um faturamento na casa dos R$ 4,3 bilhões, o que resulta em um crescimento nominal de mais de 70% em relação a 2005, quando o setor alcançou R$ 2,5 bilhões de faturamento.

A princípio, esperava-se um faturamento de R$ 3,9 bilhões para o final do ano, porém, com o crescimento do número de e-consumidores e com o aumento do uso da internet devido ao incremento da banda larga nas compras virtuais, observa-se que a nova previsão supere a anterior em 10 pontos percentuais.

Para Pedro Guasti, diretor geral da e-bit, a previsão está baseada principalmente nas vantagens que o e-consumidor têm ao fazer compras pela internet. “Além da popularização dos computadores e da inserção da classe C no mundo digital, as vendas devem aumentar devido à praticidade e velocidade de comparar preços em um curto período de tempo e de evitar os congestionamentos característicos em datas comemorativas como o Natal”.

No ranking dos produtos mais vendidos, a expectativa é que os Títulos de CDs, DVDs e Vídeos devam perder a liderança na tabela, ocupando o 3° lugar e abrindo espaço para que produtos Eletrônicos, como televisores, MP3 players, aparelhos de som e dvd e câmeras digitais, assumam a 1ª posição.

Em relação às vendas para o setor de Informática – Computadores e Softwares – e para o segmento de Livros, Revistas e Jornais é esperado que ambos se mantenham estáveis em participação, ocupando o 4° e 2° lugar respectivamente. O tíquete médio do período natalino deve chegar a R$ 290 Reais.

Fonte: Grupo de Pesquisas e-bit

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Brasil terá 6,8 milhões de e-consumidores em 2006, diz e-Bit

Publicado por alexj em Quarta-feira, 29 Novembro, 2006

O comércio eletrônico brasileiro deverá encerrar 2006 com 2 milhões de pessoas a mais que compram pela Internet, totalizando 6,8 milhões de e-consumidores no País. “Além disso, este ano houve um crescimento na freqüência com que as pessoas compram na Web e a entradas de grandes varejistas tradicionais no comércio digital, como as lojas Pernambucanas”, destaca Pedro Guasti, diretor do e-bit, consultoria de marketing online.

O executivo acrescenta que o ranking dos produtos mais vendidos também está mudando. “Os títulos de CDs e DVs que lideravam a lista há alguns anos estão dando lugar a eletroeletrônicos, como DVD players, tocadores digitais e eletrodomésticos”. A justificativa para isso, explica Guasti, é que a digitalização da música e a massificação do formato MP3 têm feito com que os internautas deixem de comprar CDs e passem a comprar produtos com maior valor agregado. “Além disso, os consumidores estão mais confiantes no ambiente digital, por isso compram produtos de valores maiores”, justifica. A previsão do e-bit é que o e-commerce brasileiro feche 2006 com um faturamento na casa R$ 4,3 bilhões. “Um crescimento de 70% em relação a 2005, quando o setor alcançou R$ 2,5 bilhões” compara o executivo.
 
Tempo de navegação

Mesmo sendo campeões em tempo de uso da Internet residencial, com uma média de 20h27min, segundo os últimos dados do IBOPE//NetRatings, os brasileiros navegam relativamente pouco em sites de e-commerce. “Os internautas residenciais brasileiros passaram em média 30 min por mês navegando em lojas eletrônicas, isso é pouco comparado ao tempo gasto com e-mail e comunicadores instantâneos”, compara Jozé Calazans, analista do Ibope.

Por outro lado, Calazans afirma que mais da metade, cerca de 56% dos internautas acessaram lojas virtuais em setembro deste ano. “O que corresponde a 7,5 milhões de usuários. Em setembro de 2005 o número era de 5,9 milhões, o que corresponde a um aumento de 7% em um ano”, compara o analista. 

Expectativa para 2007

Para 2007, a expectativa do e-bit, é que o crescimento continue. “O comércio eletrônico brasileiro deve crescer anualmente, pelo menos, 40% nos próximos anos”, antecipa o executivo. Isso porque numa base de 32,5 milhões de internautas há ainda muito espaço para o crescimento, prevê Guasti. Atualmente, segundo dados da Febraban (Federação Brasileira de Bancos), 25 milhões de brasileiros já usaram internet banking pelo menos uma vez. “Isso confirma que temos quase 20 milhões de potenciais e-consumidores”, finaliza.

Via WNews

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La publicidad salta de la televisión a los medios digitales

Publicado por alexj em Sexta-Feira, 24 Novembro, 2006

La inversión de los anunciantes en Internet no para de crecer, pero lo hace a costa de otros medios, según la EIAA

La inversión publicitaria en Internet sigue una expansión imparable en toda Europa, pero los anunciantes en lugar de ampliar su presupuesto publicitario están quitando dinero de la televisión y la prensa escrita para llevarlo a los medios digitales. Esta es una de las principales conclusiones de la Asociación Europea de Publicidad Interactiva (EIAA), que acaba de publicar su último estudio realizado a partir de encuestas a 170 anuncias de toda Europa.

El informe la EIAA refleja uno de los mejores momentos de Internet, que puede prolongarse al menos durante los próximos tres años, puesto que la asociación prevé que la inversión publicitaria online crezca un 68% en este periodo en toda Europa.

El 42% de los anunciantes encuestados ya invierte en medios digitales más del 6% del presupuesto total en publicidad, mientras que del otro lado, sólo hay un 9% que no invierte nada en Internet. Una de las mejores noticias es el despertar de las empresas de gran consumo y ocio, que por primera vez miran hacia la Red. Según la EIAA, este sector destinará a Internet el 9,8% de su presupuesto publicitario en 2008, lo que supone un crecimiento del 75% si se compara con el dato de 2005.

Por su puesto existen diferencias entre los distintos países europeos. España se encuentra en una fase menos madura, pero con grandes expectativas. Los anunciantes españoles han asegurado que esperan aumentar un 14% el presupuesto para las campañas online este año, un 12% más en 2007, y un 5% más en 2008.

Esto son declaraciones de intenciones, que en opinión de los expertos, son muy conservadoras y consideran que habrá una evolución más acelerada. De hecho, son las previsiones más conservadoras de todo el estudio donde el Reino Unido lleva la voz cantante con una expectativas de inversión del 32% más en 2006, del 27% más en 2007 y de un 21% más en 2008.

Uno de los fenómenos más chocantes detectados por la EIAA es que las partidas que se dedican a Internet, proceden de otros medios, en especial de la televisión y de la prensa escrita. En España, los anunciantes señalan que la mitad del dinero que dedican a la publicidad online procede del presupuesto de otros mediosa. La media en Europa es que el 51% del presupuesto de Internet se “roba” de otras campañas.

En Francia este porcentaje es del 71%, y en las campañas paneuropeas es del 75% del presupuesto. Los fabricantes de electrónica de consumos son los que más están redistribuyendo sus presupuestos y aseguran que el 86% de la inversión en los anuncios online procede de campañas planeadas para otros medios.

En este sentido, la televisión es la más afectada. “Es un medio que está saturado y al mismo tiempo vive un proceso de fragmentación con la aparición de un número mayor de canales por lo que el impacto de la publicidad es cada vez menor”, comenta Michael Kleindl, que cree que el aumento del número de internautas y la expansión de la banda ancha, que ha permitido nuevas creatividades más allá del banner, está siendo decisivo para que las empresas quieran estar presentes en los medios digitales. “Es inevitable: los anunciantes siguen a las audiencias”, concluye.


La web captará el 5% de la inversión publicitaria en 2010

Las previsiones de la EIAA apuntan a que en 2010 la inversión en anuncios online en Europa represente el 10% de todo el mercado publicitario. Este dato trasladado a España apunta a que Internet para entonces llegue a concentrar el 5% de las inversiones.

España aún está lejos de alcanzar a EE UU o Inglaterra, pero está despertando y además de una forma muy rápida.

Internet en España ya representa aproximadamente el 2% de la publicidad, aún muy lejos de la televisión, la radio o la prensa. En EE UU, la red es ya el tercer medio en volumen de negocio, por encima de la prensa escrita. En Inglaterra, Internet está siguiendo la misma evolución y concentra el 9% del negocio de la publicidad, mientras que en Alemania ya ha llegado al 7%.

Fonte: ElPais

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Despesa menor ajuda Submarino a dobrar o lucro

Publicado por alexj em Terça-feira, 14 Novembro, 2006

O varejista on-line Submarino encerrou o terceiro trimestre com um lucro de R$ 17,5 milhões, o que representa um crescimento de 104% em relação ao mesmo período do ano passado. A receita aumentou de R$ 156,5 milhões para R$ 211,9 milhões, um aumento de 35,4%.

A redução das despesas de vendas gerais e administrativas ajudou a companhia a elevar seus ganhos. Os gastos, que representavam 17,9% da receita líquida no terceiro trimestre de 2005, passaram a significar 15,5% neste ano. “Obtivemos ganhos de eficiência com investimentos em infra-estrutura”, diz Martin Escobari, diretor financeiro e de relações com investidores do Submarino.

 Entre as mudanças estão o novo depósito da companhia e um grau maior de automação dos processos.

O lucro foi menor que o do segundo trimestre deste ano, cujos ganhos foram de R$ 36,6 milhões. A diferença, no entanto, não é tão grande quanto parece. No trimestre passado, o Submarino já havia informado que esse resultado incluía eventos não-recorrentes, como um reconhecimento de crédito de impostos de R$ 33 milhões. Sem considerar esses eventos, os ganhos haviam somado R$ 19,5 milhões, um patamar mais próximo aos R$ 17,5 milhões do terceiro trimestre.

Entre as novas áreas de atuação, a de turismo vem mostrando um crescimento rápido. No trimestre, as vendas do Submarino Viagens, resultado da aquisição da Travelweb, somaram R$ 10,4 milhões. “Já é o equivalente a 5% da receita total”, diz Escobari.

O Submarino Finance ainda é muito novo para se medir os reflexos no resultado, observa o executivo. O serviço entrou no ar no fim de setembro, oferecendo juros entre 0,99% e 1,99% ao mês e cartão sem anuidade. Em seis semanas, foram emitidos cerca de 12,7 mil cartões.

O Ingresso.com, braço para a venda de espetáculos, principalmente sessões de cinema, movimentou R$ 1 milhão no período. A operação depende do lançamento de filmes de apelo popular e ainda é pequena, diz Escobari, mas ajuda a atrair um tipo de consumidor que não está habituado a comprar via internet.

As perspectivas para a temporada de fim de ano, a mais forte para o comércio em geral, são positivas. “As indicações são de que a economia vai bem e o acesso à internet em banda larga está crescendo”, afirma Escobari. “Estamos nos preparando para um forte aumento da demanda.”

Para os executivos da companhia, os três maiores sonhos de consumo do Natal serão produtos eletrônicos. Os notebooks devem puxar as compras, devido à queda significativa dos preços. Os celulares, que sempre figuram na lista, ganharam um novo apelo devido às gerações recentes de aparelhos, que trazem funções como navegar na web e acessar e-mail. As TVs de cristal líquido completam a relação, também por causa do preço em queda. 



Fonte: Valor Econômico

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TIC DOMICÍLIOS 2006

Publicado por alexj em Quinta-feira, 9 Novembro, 2006

Realizada nos meses de julho e agosto de 2006, a 2ª Pesquisa Sobre Uso da Tecnologia da Informação e da Comunicação no Brasil – TIC DOMICÍLIOS 2006 mediu a penetração e uso da das tecnologias de comunicação e informação em domicílios, o acesso individual a computadores e à internet, atividades desenvolvidas na rede e acesso sem fio. A novidade este ano foi a inclusão de indicadores específicos sobre banda larga e a ampliação do módulo que investigou habilidades para o uso do computador e da internet. A metodologia utilizada seguiu o padrão internacional da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) e da Eurostat (Instituto de Estatísticas da Comissão Européia), permitindo a comparabilidade internacional. A amostra probabilística da pesquisa foi desenhada de forma a apresentar uma margem de erro de no máximo 1,5% no âmbito nacional e de 5% regionalmente. As entrevistas foram realizadas presencialmente, em 10.510 domicílios e com indivíduos a partir dos 10 anos.

Os resultados são excelentes, tanto no contúdo quanto na forma de apresentação.

Abaixo estão alguns números da pesquisa

Computador:

·  Houve aumento na presença de computadores nas casas, de 16,6% em 2005 para 19,6% em 2006;

·  25% das casas com acesso ao equipamento nas regiões Sul e Sudeste;

·  As regiões Norte e Nordeste ficam com 10% e 8,5%, respectivamente;

·  45,6% dos entrevistados afirmaram já ter usado um computador;

·  54,4% da população brasileira nunca usou um computador;

·  36,8% dos que já utilizaram computador declaram que a habilidade é suficiente para conseguir um emprego;

Internet:

·  A Internet está em 14,5% das casas em 2006, contra 13% no ano passado;

·  O tipo predominante de conexão é a linha discada, com 49,06%;

·  A banda larga está em 28,64% das residências;

·  33% já acessaram a Internet pelo menos uma vez na vida;

·  67% nunca navegou na Internet;

·  O local é a própria casa (40%), seguido de pontos públicos (30%) e do trabalho (24,4%);

Telefone:

·  49,7% contam com telefone fixo;

·  O telefone celular passou de 61%, em 2005, para 68% em 2006;

·  60,61% dos entrevistados utilizaram o telefone celular;

·  46,3% afirma possuir um telefone próprio;

·  Desse total, 88,6% são telefones pré-pagos;

·  60,5% usa o telefone para enviar e receber mensagens de texto (SMS);

Outros:

·  97% das casas têm aparelhos de televisão;

A pesquisa completa está disponível no http://www.nic.br/indicadores/usuarios/tic/2006/index.htm

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Vendas de Natal do ecommerce brasileiro devem crescer 64%

Publicado por alexj em Terça-feira, 7 Novembro, 2006

As vendas do comercio eletrônico brasileiro neste Natal devem crescer 64% em relação a 2005, segundo previsão da eBit. O varejo online no país deverá faturar R$ 755 milhões entre 15 de novembro e 23 de dezembro. Eletrônicos – como televisores, MP3 players, aparelhos de som e câmeras digitais – devem assumir a 1a posição no ranking dos produtos mais vendidos. Ainda de acordo com a pesquisa, o tíquete médio durante o período de vendas de Natal deve chegar a R$ 290.

(Fonte: BlueBus)

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eMarketer: Online Video Ads To Surge 89% In ‘07

Publicado por alexj em Terça-feira, 7 Novembro, 2006

RESEARCH FIRM EMARKETER NOW PROJECTS that ad revenue from online video will reach $775 million next year–an upward revision from its previous estimate of $640 million. By 2010, online video ad spending will soar to $2.9 billion–or 11.5% of all dollars going to online ads, according to a new report released Monday.
eMarketer Senior Analyst David Hallerman attributes much of the growth to Google’s recent $1.65 billion purchase of YouTube. “The aftershock of that mash-up will, all by itself, contribute greatly to Internet video’s growth with products akin to AdWords for Video,” he wrote in the new report.

While eMarketer predicts that spending for online video ads will grow by at least 45% every year through at least 2010, ad spending in particular will boom next year with a growth rate of 89%, according to the report. By comparison, total online ad spending will increase 15.1% next year and rich media spending will increase 40.7%, according to eMarketer.

At the same time, the total ad dollars devoted to online video don’t come close to approaching the ad dollars that are spent on TV. eMarketer pegs this year’s online video ad spending at $410 million–just 0.6% of the TV ad spend.

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