Bussola

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Posts de Abril, 2007

Broadband Conquers the World

Publicado por alexj em Quinta-feira, 26 Abril, 2007

When everyone has broadband, what does “broadband” mean?
The number of adult Internet users who connect via wired broadband may be peaking, according to Ipsos Insight’s “The Face of the Web” study.

More than three-quarters of the online population in 12 major countries used broadband at the end of 2006, while just one-fifth used dial-up. In 2003, Ipsos Insight reported that 45% of adult Internet users were on dial-up connections while 56% used broadband.

Brian Cruikshank of Ipsos Insights says that, “with fewer dial-up users to ‘convert’ in the future, and fewer net-new users to capture, broadband’s mercurial growth may begin to plateau in many developed markets in the near future.” 

Ipsos predicts that notebook PC growth and wireless usage in underdeveloped markets will shift wired broadband growth to wireless connections.

Ipsos counts ISDN (usually 128kbps) as broadband, which explains why Germany, for example, is one of the leading countries on its list. eMarketer, like the FCC, defines broadband as 200kbps or more. By that definition, there is no question that South Korea has the highest broadband penetration of online households in the world, higher than 95%.

Apart from that methodological difference, Ipsos’ figures are analogous to eMarketer’s, considering sample size and countries covered.

“What we are seeing now is high-speed Internet users trading up to very high-speed Internet connections,” says eMarketer senior analyst Ben Macklin.

In countries such as South Korea, Japan, France, China and the US, higher-speed connections using cable, ADSL2+ or optical fiber put 10Mbps to 100Mbps at users’ disposal.

What are they doing with all that bandwidth?

Apart from generating and sharing their own multimedia content on sites such as YouTube and MySpace, broadband users are also using VoIP, and where available, IPTV services.

Mr. Macklin says the term “broadband” has a limited shelf-life.

“We are still at the stage of broadband development around the world where we continue to talk of things like bandwidth. In the future, however, bandwidth will flow like water from a tap, and talk will all be about the content and applications that use broadband, rather than the bandwidth itself.”

Fonte: eMarketer

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Comercio eletrônico brasileiro movimentou 53% mais no 1o trimestre

Publicado por alexj em Sexta-Feira, 13 Abril, 2007

O comercio eletrônico brasileiro movimentou pouco mais de R$ 1,2 bilhão nos 3 primeiros meses do ano, segundo levantamento do eBit. O crescimento é de 53% em relação ao mesmo período de 2006. Em termos de volume de pedidos, a alta foi de quase 46%. (Para o ano de 2007, a previsão é de que o ecommerce nacional fature cerca de R$ 6,4 bilhões, excluindo automóveis, turismo e leiloes).

Fonte: BlueBus

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Internet segmenta publicidade

Publicado por alexj em Quinta-feira, 5 Abril, 2007

Uma das inúmeras inovações é conceito de anúncios baseados na escolha do público, de acordo com comportamento

DA AGÊNCIA FRANCE PRESSE

No site do jornal New York Times, a publicidade é cuidadosamente pensada e cada anúncio está destinado ao leitor em função das páginas que ele visitou nos dias anteriores, adaptando-se assim, às preferências de cada um. Estes anúncios se baseiam, em certa medida, na “escolha do público, de acordo com o comportamento”, uma das inúmeras inovações da publicidade na internet para se adequar ao gosto do consumidor. Relativamente barata, estima-se que a publicidade online duplicará até 2010, podendo alcançar os US$ 60 bilhões no mundo, de acordo com o Banco Jefferies. Graças aos cookies, a Tacoda, empresa líder em seleção do público, segundo o comportamento nos Estados Unidos, identifica os visitantes que, nos 15 dias precedentes, visitaram, por exemplo, um site de venda de automóveis e qualquer outro que indique alta renda, como uma revista financeira. Resultado: esses visitantes encontrarão nas páginas esportivas online do New York Times banners publicitários de um automóvel de luxo, explicou o presidente da Tacoda, Dave Morgan.No entanto, esta técnica continua sendo preterida em relação à escolha do público mais utilizada: as publicidades de contexto, ou seja, aquelas ligadas aos textos das páginas visitadas, que fazem a fortuna do Google, campeão mundial do setor. Com um volume de negócios de US$ 10 bilhões ao ano, o Google obtém 30% da arrecadação publicitária na internet do mundo, contra 20% de seu concorrente, Yahoo!.

Automatizado
O Google utiliza um sistema automatizado sofisticado para colocar os banners publicitários, o Google AdWords, no qual os anunciantes podem comprar qualquer palavra-chave permanentemente. Seus anúncios vão aparecer nos sites associados, quando os internautas escreverem tal palavra no motor de busca, ou ao lado dos e-mails dos usuários do Google Mail que contenham essa palavra.
A Microsoft e o Yahoo! foram ainda mais longe. Eles determinam não apenas as páginas visitadas anteriormente pelos internautas, como também fazem um cruzamento dos dados demográficos que tenham fornecido para se inscrever em seu portal ou software de email, como local, idade, sexo, etc. Algumas páginas coletam centenas de outros dados, como detalhes de compras online, o computador utilizado, o tempo que se dedica a cada site visitado, nomes, endereços, telefones, denunciou a associação Centro pela Democracia Digital.A publicidade digital individualizada ainda está, porém, engatinhando, e aponta agora para os celulares e consoles de videogame conectados a internet. Desta forma, as lojas de uma área podem enviar promoções para as pessoas que transitam por esse lugar, localizadas por GPS, serviço que em breve estará disponível na maioria dos celulares nos EUA.

Interatividade

A publicidade também se adapta aos novos sites interativos, blogs ou páginas de relacionamento, como o Orkut. As marcas colocam em sites de vídeos como o YouTube pequenos anúncios que os internautas podem enviar aos amigos e, desta forma, tornam-se agentes publicitários da empresa.

Os sites de paquera e amizade, como o MySpace, nos quais os usuários detalham suas preferências, são um presente para os anunciantes que buscam colocar seus anúncios de acordo com o gosto do freguês. Até os spots de TV serão em breve personalizados, em função das características individuais.“Graças aos decodificadores, se o usuário aceitar compartilhar seus dados, podemos conhecer os canais que ele vê. Se assiste, freqüentemente, programas sobre cães, podemos presumir que possui um e que compra uma marca de ração”, disse Tim Armstrong, chefe de vendas publicitárias do Google para a América do Norte, que começa a trabalhar com a publicidade na TV dirigida a um público específico.As emissoras de rádio por satélite ou internet também podem identificar onde o ouvinte está e, assim, divulgar propagandas locais.

Conversa Rápida / Tim Armstrong
Google põe à prova novos formatos publicitários
O site de buscas Google, um verdadeiro gigante da internet, que controla cerca de 30% da publicidade online ao nível mundial, impulsiona novos formatos de anúncios para a televisão, telefones celulares, vídeo, jornais e rádio. Tim Armstrong, vice-presidente de vendas de publicidade do Google, conversou a respeito do que o futuro reserva para o marketing online.

AGÊNCIA FRANCE PRESSE – Que novos formatos publicitários estão sendo testados?
TIM ARMSTRONG – Neste momento estamos testando anúncios publicitários para a televisão. Também estamos fazendo experiências com vídeo online, em publicações impressas e no meio radiofônico. Os testes com jornais vêm progredindo positivamente. Já temos 50 periódicos e estamos caminhando para 100. Em relação ao vídeo, acredito que esse segmento esperava que apresentássemos nosso modelo publicitário para o YouTube. Nós estamos fazendo tudo com calma para garantir o desenvolvimento de um modelo que seja bom para os usuários. Estamos testando vários formatos: teremos anúncios nos vídeos no final ou no início? Teremos algum anúncio no vídeo, colocaremos logomarcas ao redor dos vídeos? Poderemos permitir que os usuários interajam com os anúncios e escolham quais querem receber? Não temos uma data confirmada, mas poderíamos lançar um programa de anúncios no YouTube, anúncios em vídeo e relacionados ao vídeo ao longo de 2007. Não temos planos de utilizar na internet o sistema de seleção do público de acordo com seu comportamento. E sempre nos preocuparemos com a privacidade.Os anúncios no celular serão tão significativos para o Google quanto a publicidade online?
Lançamos os anúncios para celulares no ano passado no Japão, e agora temos publicidade em telefones móveis percorrendo o mundo. O negócio da telefonia móvel cresce rapidamente em termos de usuários que estão conectados à internet com seus aparelhos. A respeito dos anúncios para celulares, durante nossos testes no Japão, aprendemos algumas coisas importantes: as pessoas são muito sensíveis ao tempo de uso dos celulares e a publicidade neste formato se transforma em compras. Esperamos que cresça a demanda pela publicidade em telefones móveis. Hoje em dia, 1 ou 2 bilhões de pessoas estão online, e nos próximos quatro anos haverá uma quantidade similar de pessoas conectadas à internet através do celular. Será um mercado importante.Que anunciantes o Google usa para a publicidade online e quanto gastam?
Temos uma escala muito ampla de anunciantes. Algumas empresas pequenas e médias gastam cifras extraordinárias no mecanismo de busca, de US$ 10 mil a US$ 5 milhões, e poderiam perfeitamente aderir ao formato de vídeo. Palavras-chave muito caras, como “conserto de computadores”, podem custar US$ 20 para cada vez que um internauta clicar no espaço publicitário. Posso decidir gastar US$ 10 mil e o anúncio estará disponível até que se recupere esse dinheiro, mas a maior parte dos clientes mantêm seus anúncios permanentemente. Porque se para cada 100 cliques eu conseguir que 20 pessoas consertem seus computadores comigo, e cobro mil dólares pelo serviço, continuarei mantendo meu anúncio. Fonte: Jornal do Commercio – Brasil – Tecnologia & Saúde – 05/04/2007

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